terça-feira, 31 de março de 2009

Deputados votam nesta terça projeto que reduz área de preservação ambiental em SC

Um projeto do governo de Santa Catarina que reduz a área de preservação ao longo de rios e cursos d'água vai a votação nesta terça-feira (31) na Assembleia Legislativa do Estado. A proposta é criticada por ambientalistas, que consideram que a diminuição da faixa de mata ciliar pode provocar tragédias ambientais, como as cheias e desmoronamentos que mataram 135 pessoas no Estado em novembro.
O projeto, que institui um novo Código Ambiental em Santa Catarina, contraria o Código Florestal Brasileiro, que determina preservação maior ao longo dos rios. A nova regulamentação é apoiada por produtores rurais do Estado. A Assembleia espera para amanhã caravanas de mais de 10 mil agricultores que defendem o projeto.
Pela proposta, fica definido que, em regiões rurais, a faixa de área de preservação ao longo de rios com menos de cinco metros de largura será de cinco metros. No Código Florestal Brasileiro, a faixa de proteção é de dez metros de largura. A medida não atinge rios em zonas urbanas.
O promotor Luís Eduardo Couto, que atua na área de meio ambiente no Estado, diz que a proposta, se aprovada, pode ser derrubada na Justiça por ser inconstitucional. "Elas [matas ciliares] servem como fatores de proteção", diz. "Estão vulnerabilizando ainda mais o Estado contra futuras catástrofes."
Em artigo publicado nesta segunda-feira na Folha, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva chamou o novo código catarinense de "antiambiental".
O relator do projeto na Assembleia, deputado Romildo Titon (PMDB), que é do mesmo partido do governador Luiz Henrique da Silveira, diz que, com a legislação ambiental em vigor, "não há condições de o setor produtivo sobreviver".
Sobre possíveis consequências relacionadas a enchentes, Titon diz que a maioria dos deslizamentos em novembro ocorreu em encostas "no centro das cidades, nas favelas" --e não em regiões rurais.
fonte: uol
Comentário: Na contra-mão do mundo, SC discute um projeto irracional como este, sendo um verdadeiro exemplo do mal exemplo para o Brasil e para o mundo. A escassez de água é um problema sério, que é agravado com a derrubada de árvores as quais naturalmente retêm no solo uma enorme quantidade do precioso líquido, permitindo um equilíbrio maior de temperatura e a existência de lençois freáticos. O pior dessa história é saber que alguns ricos empurram muitos pobres para defenderem uma causa que eles mesmos não entendem o quanto é prejudicial ao meio ambiente e a nós mesmos. Falam de trabalho, emprego, falta de alimentos, somente para esconder o verdadeiro problema. Não dá pra acreditar nisso.

segunda-feira, 30 de março de 2009

LIGA PRA MIM!!!

* Contos *
Jovem advogada, récem formada, monta um escritório e enche-se de esperança para começar a carreira.
Quando quase tudo já está no lugar, logo nas primeiras horas do primeiro dia, entra um homem na sua sala de espera.
Como a porta entre os dois ambientes estava meio aberta, ela resolveu impressionar seu primeiro cliente.
Retirou o telefone do gancho, fingiu discar para alguém e começou a falar em voz alta:
- Sim, senhor, pode ficar tranqüilo... não, não... nunca perdi uma ação.
- Não, senhor, não é demorado. Vamos agilizar o processo. Conheço as pessoas certas.
E, assim, ela continuou por alguns minutos. Enquanto isso, com a mão direita espalmada para frente, fazia sinais ao seu cliente, pedindo-lhe que aguardasse um pouco.
Recolocou o telefone de volta na aparelho, dirigiu-se à recepção e perguntou:
- Em que posso ajudá-lo, meu amigo?
- Sou da companhia telefônica, respondeu o homem, vim ligar o telefone.
Autor desconhecido

Sapos se casam em Bangladesh em ritual para fazer chover

Mais de 250 pessoas participaram do casamento dos sapos.
Professor disse que choveu na noite anterior à cerimônia.
Mais de 250 pessoas assistiram a uma cerimônia de casamento entre dois sapos como parte de um ritual para trazer chuvas em uma região de Bangladesh. A "noiva" e "noivo" vieram de duas aldeias vizinhas a 110 quilômetros da capital Daca.
O professor Noor Mohammad Kalon, que era convidado em nome do "noivo", disse que os moradores decidiram organizar o casamento porque a região está sofrendo com a escassez de chuva."Mais de 250 homens, mulheres e crianças participaram do casamento. Todos dançaram e cantaram", disse o professor Noor Mohammad Kalon, de 42 anos, à agência de notícias AFP.
"Na noite anterior à cerimônia, choveu. Acredito que foi por causa do casamento", afirmou o professor, destacando que os convidados tiveram à disposição um banquete tradicional, com arroz, lentilhas, peixe, carne e sobremesa.Além de Bangladesh, os rituais de casamento entre sapos são comuns em outros países asiáticos, como a Índia. Supersticiosos, os moradores dessas nações acreditam que a cerimônia ajuda a trazer chuva em épocas de estiagem.
fonte: G1
Comentário: desde o artigo anterior, não parei de refletir sobre as amebas...

Vaca percorre quase 100 km para escapar do abate

Ela foi levada para um santuário de animais no Reino Unido.
Duas mulheres pagaram 500 libras para salvá-la do abate.
Uma vaca percorreu quase 100 quilômetros em nove meses para escapar do abate. O animal fugiu de seu proprietário quando estava sendo descarregado em um mercado em Thirsk (Reino Unido), segundo o jornal inglês "Daily Mail". Apelidada de a "Besta de Ealand", o animal está agora livre de parar no açougue após ser comprado por Sue McAuley e Tracey Jaine, que pagaram 500 libras (cerca de R$ 1.625) pela vaca e a transportaram para um santuário de animais em Frettenham, no Reino Unido. Wendy Valentine, fundadora do santuário Hillside, que cuida principalmente de animais que fugiram de fazendas, disse que, quando recebeu a primeira chamada, pensou que a entidade tinha que ajudar. "Ela vai ficar com a gente pelo resto de seus dias", afirmou Wendy. "Vê-la descer em Hillside foi fantástico", disse Sue McAuley, de 42 anos, que trabalha como assistente administração em uma faculdade em Ealand. Segundo ela, a vaca merece estar viva depois de conseguir se cuidar sozinha por quase um ano.
fonte: G1
Comentário: Sem dúvida este animal é um exemplo de perseverança!!! Mas que paradoxo; eu aprendi que, os homens não, mas as vacas são irracionais. Será isso mesmo?!! Parece mesmo que ainda temos muito a aprender com as amebas...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Existência histórica de Jesus Cristo é inquestionável, afirmam especialistas

Fontes cristãs, judaicas e pagãs evidenciam historicidade do homem.
Menções lacônicas fora do Novo Testamento mostram desimportância.
Viciados em teorias da conspiração adoram a idéia: Jesus nunca teria existido. As histórias sobre sua vida, morte e ressurreição que chegaram até nós seriam mera colagem de antigos mitos egípcios e babilônicos, com pitadas do Antigo Testamento para dar aquele saborzinho judaico. Na prática, Cristo não seria mais real do que Osíris ou Baal, dois deuses mitológicos que também morreram e ressuscitaram.

No entanto, para a esmagadora maioria dos estudiosos, sejam eles homens de fé ou ateus, a tese não passa de bobagem. A figura de Jesus pode até ter “atraído” elementos de mitos antigos para sua história, mas temos uma quantidade razoável de informações historicamente confiáveis sobre ele, englobando pistas de fontes cristãs, judaicas e pagãs.
De Paulo a Tácito
Começamos, no Novo Testamento, com as cartas de São Paulo, escritas entre 20 anos e 30 anos após a crucificação do pregador de Nazaré. Cerca de 40 anos depois da morte de Jesus, surge o Evangelho de Marcos, o mais antigo da Bíblia; antes que o século 1 terminasse, os demais Evangelhos alcançaram a forma que conhecemos hoje. A distância temporal, em todos esses casos, é a mais ou menos a mesma que separava o historiador Heródoto da época da guerra entre gregos e persas, que aconteceu entre 490 a.C. e 479 a.C. – e ninguém sai por aí dizendo que Heródoto inventou Leônidas, o rei casca-grossa de Esparta.
Outra fonte crucial é Flávio Josefo, autor da obra "Antigüidades Judaicas", também do século 1. O texto de Josefo sofreu interferências de copistas cristãos, mas é possível determinar sua forma original, bastante neutra: Jesus seria um “mestre”, responsável por “feitos extraordinários”, crucificado a mando de Pilatos, cujos seguidores ainda existiam, apesar disso. Duas décadas depois, o historiador romano Tácito conta a mesma história básica, precisando que Jesus tinha morrido na época de Pilatos e do imperador Tibério (duas referências que batem com o Novo Testamento).
Esses dados mostram duas coisas: a historicidade de Jesus e também sua relativa desimportância diante das autoridades romanas e judaicas, como um profeta marginal num canto remoto e pobre do Império.
fonte: G1

Polícia de Chipre acha Bíblia antiga escrita na 'língua de Jesus'

Volume está escrito em siríaco, dialeto do aramaico falado por Cristo.
Autoridades dizem que artefato pode ter 2.000 anos; estudiosos duvidam.
Autoridades do norte do Chipre, região controlada pela etnia turca, afirmam ter apreendido uma Bíblia que poderia ter quase 2.000 anos após uma investigação contra traficantes de antiguidades. O códice está escrito em siríaco, dialeto aparentado ao aramaico falado por Jesus e pelos judeus da Palestina no século I de nossa era. A obra ainda precisa ser avaliada em detalhes por especialistas, mas alguns pesquisadores que tiveram acesso a fotos avaliam que a tinta dourada e a caligrafia sugerem uma idade mais recente, da Idade Média em diante.
fonte: G1

quarta-feira, 25 de março de 2009

Maria provavelmente teve outros filhos além de Jesus, dizem historiadores

Evangelhos mencionam quatro irmãos e ao menos duas irmãs de Cristo.
Interpretação de que eles seriam só primos prevaleceu no Ocidente.

A Virgem e o Menino Jesus, em arte grega ortodoxa do século XVI

A lista "Tiago, José, Judas e Simão" lhe diz alguma coisa? Uma dica: não são nomes de apóstolos. Na verdade, de acordo com o Evangelho de Marcos, estes seriam os irmãos de Jesus, que são citados ao lado de pelo menos duas irmãs de Cristo (cujos nomes não aparecem). Os católicos e ortodoxos normalmente interpretam o trecho como uma referência a primos ou parentes mais distantes do mestre de Nazaré, mas o mais provável é que essa visão seja incorreta. A maior parte dos (poucos) indícios históricos indica que Maria e José realmente tiveram filhos depois do nascimento de Jesus.

É claro que, sem nenhum acesso a registros familiares contemporâneos ou evidências arqueológicas diretas, a conclusão só pode envolver probabilidades, e não certezas. "Se a busca do 'Jesus histórico' já é difícil, a pesquisa dos 'parentes históricos de Jesus' é quase impossível", escreve o padre e historiador americano John P. Meier no primeiro volume de "Um Judeu Marginal", série de livros (ainda não terminada) sobre Jesus como figura histórica.
Meier explica que, ao longo da tradição cristã, teólogos e comentaristas do texto bíblico se dividiram basicamente entre duas posições, batizadas com expressões em latim. A primeira é a chamada "virginitas ante partum" (virgindade antes do parto), segundo o qual Maria permaneceu virgem até o nascimento de Jesus, tendo filhos biológicos com seu marido José mais tarde. A segunda, "virginitas post partum" (virgindade após o parto), postula que Maria não teve outros filhos e até que seu estado de virgem teria sido milagrosamente restaurado após o único parto.

A "virginitas post partum" foi, durante muito tempo, a posição defendida por quase todos os cristãos, diz o historiador - até pelos protestantes, que hoje não se apegam a esse dogma. "Um fato surpreendente, e que muitos católicos e protestantes hoje em dia desconhecem, é que as grandes figuras da Reforma, como Martinho Lutero e Calvino, defendiam a virgindade perpétua de Maria", escreve ele. Já especialistas católicos modernos, como o alemão Rudolf Pesch, defendem que Maria provavelmente teve outros filhos sem que isso tenha levado a reprimendas diretas do Vaticano.
Jerônimo
Diante das menções claras aos "irmãos e irmãs de Jesus" nos Evangelhos (que inclusive se mostram contrários à pregação dele, chegando mesmo a considerá-lo louco), como a interpretação da "virginitas post partum" prevaleceu?
"Houve três formas de interpretar esses textos", afirma o americano Thomas Sheehan, estudioso do cristianismo primitivo e professor da Universidade Stanford. "Além de considerar essas pessoas como irmãos biológicos de Jesus, sabemos da posição de Epifânio, bispo do século IV para quem os irmãos eram de um casamento anterior de José. Mas a opinião que prevaleceu foi a de Jerônimo, que era um excelente filólogo [especialista no estudo comparativo de idiomas] e viveu na mesma época. Jerônimo dizia que a palavra grega 'adelphos', que nós traduzimos como 'irmão', era só uma versão de um termo aramaico que pode ter um significado mais amplo e que pode querer dizer, por exemplo, primo."

O 'ossuário de Tiago', que teria abrigado os restos do mais famoso irmão de Jesus, é considerado uma fraude pela maioria dos especialistas

Jerônimo tinha razão num ponto: quando o Antigo Testamento foi traduzido do hebraico para o grego, a palavra "adelphos" realmente foi usada para representar o termo genérico "irmão" (empregado para parentes mais distantes no original). De fato, o hebraico, bem como o aramaico (língua falada pelos judeus do tempo de Jesus na terra de Israel), não tem uma palavra para "primo". O problema é que há um único caso comprovado de que a palavra hebraica "irmão" tenha tido o significado real de "primo". Essa única ocorrência está no Primeiro Livro das Crônicas - e mesmo assim o contexto deixa claro que as pessoas em questão não são irmãs, mas primas.
No entanto, o caso do Novo Testamento é diferente, argumenta Meier: não se trata de "grego de tradução", mas de textos originalmente escritos em grego, nos quais não havia motivo para usar um termo que poderia gerar confusão. O próprio Paulo, autor de várias cartas do Novo Testamento, chama Tiago, chefe da comunidade cristã de Jerusalém após a morte de Jesus, de "irmão do Senhor", ao escrever para fiéis de origem não-judaica (ou seja, que não sabiam hebraico ou aramaico). De quebra, a Carta aos Colossenses, atribuída a Paulo, usa até o termo grego "anepsios", que quer dizer "primo" de forma precisa.
Reforçando esse argumento, o escritor judeu Flávio Josefo, ao relatar em grego a morte de Tiago, também o chama de "irmão de Jesus". E o contexto dos Evangelhos reforça a impressão de que se tratam de irmãos de sangue, argumenta Meier. Os irmãos e a mãe de Jesus são sempre citados em conjunto. Quando Maria e os parentes de Jesus tentam interromper uma pregação, ele chega a pronunciar a polêmica frase "Qualquer um que fizer a vontade do meu Pai celestial é meu irmão, minha irmã e minha mãe". Para Meier, a frase perderia muito de sua força se o significado real dela se referisse a "meu primo, minha prima e minha mãe".
Para Geza Vermes, professor de estudos judaicos da Universidade de Oxford (Reino Unido), as próprias narrativas sobre o nascimento de Jesus dão apoio a tese de que Maria e José tiveram outros filhos mais tarde. No Evangelho de Mateus, afirma-se que José não "conheceu" (eufemismo para ter relações sexuais com alguém) sua mulher até que Jesus nascesse. Ainda de acordo com Vermes, em seu livro "Natividade", é importante notar o uso do verbo grego "synerchesthai", ou "coabitar", para falar da relação entre José e Maria. O verbo, quando empregado pelos autores do Novo Testamento, implica sempre relações sexuais entre homem e mulher, diz ele. fonte: G1

Orkut: Desviando evangélicos sem que eles percebam!

Viajando por essa imensidão que é o Orkut tenho me deparado com diversas coisas que no meu ponto de vista desagrada e muito ao Senhor.
1- Auto Promoção!
Tenho observado muitos evangélicos se auto promovendo e deixando de promover a palavra do Senhor. São frases, nomes e fotos que dá um "destaque" para aquela pessoa como se ela fosse o centro. Muitos evangélicos do Orkut querem popularidade, triste constatação!
Algo que me chamou atenção foi um tipo de foto que tem uma montagem onde existe um cenário e duas pessoas sentadas olhando um quadro com a imagem de um "evangélico". Auto promoção, destaque para ele, quer ser admirado. Essa montagem é abominável, parece que estou vendo dois católicos sentados admirando um "santo de madeira".
Existe outros tipos de fotos que não precisam nem de cenário porque tem frases anexadas e poses que denunciam a auto-promoção.
Amigo e irmão em Cristo, se você tem Orkut tome muito cuidado, o diabo é sujo e tem enganado a muitos sem que eles percebam. O cristão pode sim ter orkut, mas tem que vigiar em dobro!
Se auto-promover, se auto-elevar, se auto-destacar é um caminho rápido para a perdição e morte espiritual sem que você perceba. Promova a palavra de Deus!
2- Agora surgiu também as imagens coloridas que muitos acham lindo!
Imagens, hummmm... A coisa tá ficando séria! Vejo diversas formas dessas imagens coloridinhas que parecem inofensivas. São anjinhos, "imagens de Cristo", cachorrinhos, bonequinhas, bichinhos e etc. Um absurdo!!! Se um evangélico for conhecedor da palavra ele jamais usaria dessas imagens para mandar um recado para alguém.
Nós criticamos tanto a atitude dos católicos pela dependência que eles tem a imagens e esculturas, agora estamos imitando eles?? Qual quer recadinho agora tem que enviar imagens que eu tenho certeza foi elaborada e enviada diretamente do inferno, porque a palavra do Senhor condena o uso de imagens como vem sido usado e admirado no Orkut. Cuidado!!
Muitos ainda dirão; "isso é uma bobagem, uma imagem de um bichinho com texto bíblico ou mensagem de carinho."
-Então mais cuidado ainda porque o diabo tentou Jesus no deserto usando a palavra! Outra coisa, muitas religiões pagãs do passado e do presente usavam e usam da adoração e admiração exagerada a animais, o que é pecado.(Salvo animações onde vai APENAS um texto bíblico, aí sim edifica!)
3- A auto promoção dos líderes das igrejas e pregadores tem ido tão a fundo que os títulos são diversificados e enfeitados:*Pastor de fogo /Pr. tocha de fogo / Pr. pé de fogo / Pr. canela de fogo / Pr. exorcista aqui o fogo desce / Pr. Jaléco de fogo e aí vai entre milhares...
AUTO-PROMOÇÃO como se algo viesse dele mesmo, como se tivesse algum poder pessoal. PECADO DO INFERNO!!!!A glória pertence unicamente ao Senhor, cuidado com essa AUTO-INTITULAÇÃO pecaminosa!
Eu já não concordo com essa mania de fogo pra lá e fogo pra cá, pior ainda com esse tipo de uso pecaminoso e ridículo!
Obs. Não são só pastores que se intitulam assim não, é uma grande massa evangélica no Orkut. Mas graças a Deus não são todos!!
4- Intimidade demais no orkut
Povo de Deus, cuidado com a intimidade demais no orkut, são homens e mulheres casados trocando palavras amorosas e intimas demais, com pessoas que não é seu cônjuge.
Pude observar por esses dias um homem que se dizia pastor insistindo para uma menina colocar fotos pois ele queria vê-la, insistiu ao ponto da menina dizer; "Não quero que me vejam, quero que vejam Jesus". Glorifico a Deus pela resposta dessa menina e só lamento por esse homem que se diz pastor.
Também tome cuidado com os elogios exagerados a beleza dos outros irmãos do sexo oposto porque isso pode e vai ser interpretado de maneira péssima e dará um mal testemunho para você. E VOCÊ estará errado independente da sua intenção!
Intimidade exagerada, exibição aberta de dados pessoais, família sem privacidade, recados pessoais a amostra, acesso de qualquer pessoa até você...
Cuidado com o Orkut povo de DEUS.
Autor: Não preciso me promover, deixa Deus aparecer!
fonte: vigiandoeorando.blogspot
*Texto reproduzido na íntegra, sem adaptações. O Editor aprova o artigo, embora considere pudesse ser escrito de forma a parecer menos rude, e não aprova necessariamente os demais conteúdos da fonte.

terça-feira, 24 de março de 2009

Voluntários ajudam a salvar oito mil filhotes de tartaruga no Amazonas

Eles vigiaram por seis meses os ninhos dos animais.

Tartarugas das espécies iaçá, tracajá e tartaruga-da-Amazônia nasceram em segurança no extremo oeste da Amazônia brasileira.

O trabalho de voluntários em conjunto com o governo garantiu o nascimento de 7.975 tartarugas no Rio Japurá, em uma das áreas mais remotas da Amazônia brasileira, onde o estado do Amazonas faz divisa com a Colômbia.

Coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) – o órgão responsável por cuidar das reservas e parques e brasileiros –, o trabalho durou seis meses e terminou na primeira quinzena de março. Em uma praia da Estação Ecológica Juami-Japurá, três agentes ambientais voluntários vigiaram continuamente 285 covas onde estavam ovos de tartarugas das espécies iaçá, tracajá e tartaruga-da-Amazônia.

Grande parte dos ovos foi transferida de praias distantes da estação ecológica. Para garantir que os filhotes pudessem nascer com segurança, os voluntários desenterraram os ovos e os levaram para abrir em local protegido, garantindo que não fossem atacados por predadores ou consumidos por humanos.

Segundo chefe da estação ecológica, Leonard Schumm, o trabalho de proteção é necessário para que a população das três espécies de tartaruga pare de cair. “Em grande parte da Amazônia existe o costume de consumir quelônios – vulgarmente chamados de ‘bicho de casco’. Isso é cultural. Há diversos tipos de prato, e há pescadores especializados em capturar tartarugas”, explica.
fonte: G1

As lagartas processionárias

As lagartas processionárias alimentam-se de flores e folhas de árvores. Movem-se em "procissões" (daí o nome), cada uma com a cabeça colada à extremidade da outra.
Jean-Henri Fabre, naturalista francês, ao estudar um grupo dessas lagartas, induziu-as a se movimentar em torno de um grande círculo.
Ele pressupunha que depois de algum tempo, as lagartas perceberiam seu caminho circular, ficariam cansadas da marcha inútil e partiriam em uma nova direção. Mas não foi o caso. Pela força do hábito, esse círculo vivo continuou a se arrastar ao redor do vaso, vez após vez, dia após dia, mantendo a mesma velocidade!
Uma porção de comida foi colocada ao lado do vaso, em plena vista das lagartas, mas fora do alcance do círculo. Mesmo assim, elas permaneceram em sua vereda por sete dias e noites - numa marcha rumo à morte.
As lagartas processionárias estavam seguindo sua experiência passada, instinto, hábito, precedência, costume, padrão normal. Mas, estavam seguindo às cegas.
fonte: site pregador
Se um cego guiar outro cego,ambos cairão no barranco.
Mateus 15.14

quarta-feira, 18 de março de 2009

Cientistas e intelectuais se manifestam contra aborto na Espanha

Uma associação contra o aborto apresentou nesta terça-feira (17) um manifesto assinado por centenas de cientistas e intelectuais contra o projeto do governo para legalizar a interrupção voluntária da gravidez dentro de um prazo determinado.
Os assinantes consideram no manifesto "que o aborto é um ato simples e cruel de interrupção de uma vida humana", afirmando que a vida começa no momento da fecundação.
"Quase 1.000 cientistas e intelectuais assinaram o texto", afirmou, durante entrevista à imprensa, um dos promotores da iniciativa, Nicolás Jouve de la Barreda, professor de genética da Universidade de Alcalá de Henares, em Madri.
A iniciativa da associação HazteOir, que é contra o aborto e a eutanásia e a favor da família como instituição básica da ordem social, coincide com o lançamento, pela Igreja espanhola, de uma polêmica campanha publicitária contra o aborto.
Os bispos espanhóis lançaram uma campanha para denunciar o fato de espécies animais ameaçadas estarem mais protegidas, segundo eles, do que embriões humanos na Espanha.
O fundador de HazteOir, Ignacio Arsuaga, que se declara católico, considerou que a campanha dos bispos foi muito bem feita e aborda bem o problema.
Na campanha dos bispos, um bebê aparece ao lado de um lince ibérico --espécie protegida na Espanha por sua vulnerabilidade--, com a frase "Lince protegido". O bebê pergunta: "E eu?" e, acrescenta, "Proteja minha vida!"
O governo espanhol quer permitir o aborto livre legal dentro de um prazo de gestação limitado, como já ocorre em diversos países europeus.
Atualmente, o aborto é permitido no país durante as primeiras 12 semanas de gestação em caso de estupro, 22 semanas em caso de má formação do feto, e sem limite de tempo em caso de risco físico ou psíquico para a mãe.
fonte: BOL

Sangue na veia - A Bíblia proíbe a transfusão de sangue?

Por Alberto R. Timm
Embora injeções de sangue animal em seres humanos já houvessem sido feitas no século 17, a primeira transfusão de sangue humano em seres humanos foi realizada em 1818, pelo médico inglês James Blundell. Tais experimentos foram, no entanto, de pouco êxito até a descoberta dos grupos sangüíneos, em 1900, pelo imunologista austríaco Karl Landsteiner. Como essas experiências começaram muitos séculos após o período bíblico, é óbvio que as Escrituras não tratam explicitamente do assunto.
O uso do sangue como alimento é proibido tanto no Antigo Testamento (Gn 9:4; Lv 3:17; 7:27; 17:10-14; 19:26) como no Novo Testamento (At 15:20, 29; 21:25). Pesquisas científicas têm confirmado que o consumo oral de sangue não é conveniente pelo fato de ele ser indigesto, de fácil decomposição e um veículo não apenas de nutrientes mas também de impurezas prejudiciais ao aparelho digestivo.
Mas é interessante notarmos que o sangue de animais era vertido durante o Antigo Testamento como um símbolo do sangue de Cristo a ser derramado sobre o Calvário pela salvação da raça humana (ver Hb 9:11-28; I Jo 1:7).
Uma vez que apenas o uso do sangue como alimento é proibido nas Escrituras, e que o sangue era vertido vicariamente pela salvação espiritual dos pecadores, por que razão não poderíamos realizar transfusões de sangue para a salvação física das pessoas?
Sendo que nenhuma proibição é encontrada nas Escrituras à transfusão venal de sangue, cremos que esta pode e deve ser ministrada sempre que o propósito seja salvar vidas. A recusa de ministrá-la a alguém que a necessite é uma transgressão direta tanto (1) do princípio de preservação da vida, enunciado através do mandamento "Não matarás" (Êx 20:13), como (2) do namor cristão, expresso na declaração de Cristo: "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (Jo 15:13).

O QUADRO

* Contos *
Uma importante galeria de arte abre exposição de um grande pintor.
Dentre todos os quadros, o que mais chama a atenção dos convidados é uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido próximo à porta, Ele procura ouvir se lá dentro alguém lhe responde.
Um observador curioso, porém, aponta uma falha no quadro:
- Está faltando a fechadura nesta porta, diz ele, em voz alta, na frente de todos.
O artista, com muita tranqüilidade, lhe responde:
- Não, meu amigo, não está faltando a fechadura. Esta porta é assim mesmo, pois, é a porta do coração humano. Só pode ser aberta pelo lado de dentro.
Autor desconhecido
Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Apocalipse 3.20

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sexta-feira 13 agregou mitos e superstições de 'azar'

Medo da data mistura superstições variadas.
Há quem não saia de casa e desenvolva fobia.
Na famosa franquia cinematográfica de horror dos anos 1980, a sexta-feira 13 é o pior dia. É quando acontecem as mortes, as vinganças de Jason Voorhees, que morreu afogado num lago quando menino, ou de sua mãe. Mas não só os frequentadores da colônia de Crystal Lake têm medo do dia. Na vida real, há quem não saia de casa, quem deixe de trabalhar ou mesmo quem desenvolva uma fobia pelo número. Em 2009, aliás, três sextas-feiras caem no dia 13.
A idéia de que a sexta-feira 13 dá azar mistura duas superstições: a do número 13 e a da sexta-feira. Para os católicos, 13 eram os apóstolos da Última Ceia -e o 13º era Judas, que, de acordo com o Evangelho, traiu Jesus. Sexta-feira foi o dia da crucificação de Cristo, e há teólogos que afirmam que o Dilúvio começou numa sexta-feira. A partir daí, muitos fiéis começaram a cancelar planos de viagem ou projetos no penúltimo dia da semana. Marinheiros também temiam viajar na sexta.
Segundo uma reportagem da revista "National Geographic" sobre o tema, na Roma antiga, as bruxas se juntavam em grupos de 12, pois o décimo-terceiro era o demônio.
O 13 dos templários
A sexta-feira 13 também não foi um bom dia para a Ordem dos Cavaleiros Templários. Fundada no século XII, sua influência na Europa incomodou tanto alguns reis que, numa sexta-feira, 13 de outubro de de 1307, uma determinação de Filipe IV, da França, implantou uma 'caça às bruxas' e fez templários do país serem presos, excomungados e queimados na fogueira. Após cinco anos, os templários deixariam de existir, acusados de heresia.
Além da caça aos templários, a sexta-feira ficou conhecida por ser o dia das execuções oficiais. Na Inglaterra, era esse o dia em que os prisioneiros eram enforcados. Conta-se, também, que os condenados davam 13 passos até chegar ao local da corda.
Apollo 13
Muito da superstição que já existia quanto à sexta-feira e ao número 13 se intensificou quando houve o acidente com a missão tripulada da agência espacial americana Apollo 13, em 1970.
A missão partiu da terra às 14h13 e, no dia 13 de abril, dois dias depois do lançamento, foi abortada após uma explosão em um dos tanques de oxigênio. Os tripulantes conseguiram voltar ilesos para a Terra no dia 17.
A fobia do 13
Tudo isso fez com que crescesse a superstição quanto à sexta-feira 13. Ainda hoje, há prédios que não tem o andar 13, há ruas em que a numeração passa por 11, 12, 12,5 e 14 e existem países que tiraram o 'número do azar' de sua loteria nacional.
Algumas pessoas, no entanto, levam tão a sério as superstições que desenvolvem uma fobia do número. O nome científico para isso é triskaidekaphobia e é citado em manuais e livros médicos. Segundo Robert B. Taylor escreveu no livro "White Coat Tales", um escritor russo chamado Sholom Aleiehem, que viveu no século XIX, tinha triskaidekaphobia. Ele morreu num dia 13 mas, se você visitar sua lápide, num cemitério de Glendale, Nova York, vai encontrar a data 12a de maio de 1916.
O psicólogo Marcos R. Maximino, do Núcleo de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), confirma a existência da fobia do 13. Segundo ele, “um comportamento supersticioso surge quando a pessoa associa – de forma intencional ou não – determinados fatos que ela vive, dando a eles valor positivo ou negativo. Assim, surge uma crença que pode ser positiva (sorte) ou negativa (azar): fatos da vida cotidiana passam a ter um significado especial, sem que essa pessoa perceba. A superstição é uma crença fundamentada na idéia de que determinado comportamento, atitude, número ou palavra pode trazer sorte ou azar.”
fonte: G1
Comentário: Quem acredita num Deus de Amor e longânimo, não tem superstições e vive confiante nos Seus livramentos.
"Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel."
Salmo 91:1-4

quinta-feira, 12 de março de 2009

O dilúvio foi copiado de lendas de outros povos?

Por Michelson Borges
Os fatos apresentados nesse tipo de explicação podem ser vistos de dois ângulos. Você pode, por exemplo, dizer que o dilúvio foi copiado de antigas lendas pagãs (há muitas sobre o dilúvio), ou acreditar que não eram lendas, mas um conhecimento do dilúvio que acabou misturado com sua cultura. O mesmo sobre o Sol e a menção que a Bíblia faz dele em relação a Cristo, como o “Sol da Justiça”, por exemplo. Será que o cristianismo copiou do paganismo a noção de Jesus/Sol ou esse era um conhecimento real e dado por Deus que acabou se mesclando com sua cultura?O mesmo você pode dizer da ressurreição, do sacrifício vicário, da santa ceia e de tantos outros aspectos do cristianismo que possuem um correspondente no paganismo. O fato de algo ter um correspondente no paganismo não quer dizer necessariamente que o correspondente pagão tenha sido o que surgiu primeiro. Como no caso do dilúvio, primeiro veio o conhecimento divino dado a Noé, e depois as lendas pagãs.
O mesmo se pode dizer do monoteísmo. Há religiões pagãs monoteístas, como uma que dominou o Egito em um determinado tempo, ou outra instituída por um rei Inca em sua época. Teria o judaísmo ou cristianismo monoteísta ido buscar a ideia nesses povos ou seria o contrário?
Vários povos antigos tinham a noção de um salvador que viria do céu, e alguns alegam que os Maias tenham se deixado dominar pelos espanhóis por considerarem aqueles homens enormes (nos primeiros encontros eles não entendiam que o cavalo não fazia parte do homem) como o salvador anunciado. Será que o messianismo judaico-cristão emprestou desses povos antigos a ideia de um Messias ou foi o contrário, isto é, esses povos em algum momento do passado tiveram contato com a revelação divina de um Messias e acabaram incorporando isso em suas culturas?
Um excelente livro sobre o assunto é O Fator Melquisedeque, de Don Richardson, missionário que encontrou vários exemplos de paralelos cristãos em povos indígenas de todo o mundo. Sua tese é que Deus preparou os homens para as Suas verdades e que esse preparo acabou incorporado às suas culturas, de forma que não achassem estranho quando alguém lhes falasse de um dilúvio universal, de um Messias, um Salvador, um sacrifício substitutivo, etc.
O próprio Don Richardson viveu em uma tribo da Nova Guiné onde a porta para a aceitação do evangelho foi o conceito que tinham do “Totem da Paz”, ou seja, quando uma tribo queria ter paz com outra, entregava um de seus filhos, uma criança, que precisava ser criada pela outra tribo. Enquanto a criança vivesse, elas não poderiam guerrear. Quando o missionário disse aos indígenas que Deus entregou Seu filho para fazer a paz conosco, e como o Filho está hoje ressuscitado e não morre mais é possível ter paz com Deus eternamente, tiveram início as conversões.
Leia um trecho da apresentação do livro:
“Deus preparou o mundo para o Evangelho "
“Uma vez por ano, os artesãos de uma tribo da Indonésia constroem um barco de madeira em miniatura e o levam à beira do rio. O chefe religioso da tribo amarra uma galinha num lado do barquinho e coloca uma lanterna acesa no outro lado. Logo em seguida, cada membro da tribo passa perto do barquinho e coloca um objeto invisível entre a galinha e a lanterna."
“Quando se pergunta às pessoas o que deixaram no barquinho, elas respondem: meu pecado. Depois, o chefe deixa o barquinho ser levado pela correnteza do rio, enquanto os expectadores gritam: ‘Estamos salvos!’ Embora essa cerimônia religiosa não salve ninguém do seu pecado, Don Richardson a vê como exemplo de uma ponte para o conhecimento do Evangelho."
“Neste livro, Richadson conta mais 25 histórias fascinantes, que mostram a semente do Evangelho deixada por Deus em cada cultura do mundo. Ele chama esse tipo de revelação geral de Deus o Fator Melquisedeque, usando o nome do sacerdote a quem Abraão prestou homenagem no Livro de Gênesis."
"Este livro mudará as ideias de muitos cristãos sobre os povos pagãos e sobre a soberania de Deus.”